Estudantes x Personas: como acertar seu alvo em estratégias

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Ao trabalhar em uma Instituição de Ensino, é normal que os responsáveis pelo Marketing sejam abordados com uma pergunta em comum: “Quem são nossas personas?”. Afinal, estudantes possuem diferentes características e anseios. Há uma forma de compilar esses dados em um (ou alguns) perfis em comum?

A resposta é positiva!

Para muitos, o modelo de negócio de uma Instituição de Ensino pode ser diferente dos demais comércios. Afinal, pessoas variadas se interessam por um tipo de curso. No entanto, engana-se quem pensa que não há como rastrear as personas de uma IE.

Na verdade, essa é uma missão essencial para que sua estratégia de marketing digital (conteúdo, nutrição e mesmo vendas) esteja rodando 100%.

Segundo estudo do Hubspot, a prospecção é a parte mais difícil de toda venda e 37% dos vendedores encontram dificuldades em fazer isso por eles mesmos.

O motivo é simples: a forma de se consumir mudou.

Hoje em dia, clientes prezam pela experiência em vez de preço ou marca. Saber aliar tudo isso, criando uma verdadeiro relacionamento com o consumidor, que é a verdadeira meta.

Por isso, o Inbound Marketing é tão essencial — especialmente para Instituições de Ensino. Se o trabalho delas é ensinar, é mais que natural que trabalhem isso em seu Marketing Digital!

Porém, como as Instituições de Ensino podem trabalhar as suas personas, já que são estudantes? Quais passos seguir para defini-las e as melhores estratégias para trabalhar? É isso que vamos explorar neste conteúdo. Confira!

Personas de Estudantes: Como definir e quais as melhores estratégias?

O processo por trás da definição de personas estudantes é o mesmo que outras empresas adotam.

O segredo está em saber ler a sua base de clientes para, a partir dessa análise, retirar um perfil em comum.

Além disso, é importante saber que uma buyer persona é bem diferente de público-alvo.

O último se trata de um conglomerado específico, que tem em comum características gerais.

Por exemplo, para uma Instituição de Ensino de EAD com cursos para Designers, o público-alvo seria: Homem/Mulher, morador de São Paulo, 18-26 anos de idade, que busca se aprimorar de alguma forma no ofício.

No entanto, uma buyer persona é algo totalmente distinto. Se trata de um perfil fictício que representa os seus estudantes — ou melhor, seu cliente ideal (e também o tomador de decisão).

Ele deve possuir nome, idade exata, profissão, objetivos, obstáculos, como sua empresa/solução pode ajudá-lo, etc.

Dessa forma, seguindo o mesmo exemplo acima, as personas da IE seriam:

# Persona 1

Thiago; 19 anos; estudante de Publicidade; tem como objetivo se formar, mas busca conseguir um emprego na área antes disso; sabe que, para isso, precisa se qualificar com cursos fora da grade da universidade, pois lhe dá vantagem competitiva; gostaria de um curso com bastante aulas práticas, para realmente aprender as matérias; utiliza o Facebook como rede social principal e gosta de ver videoaulas no Youtube; conta com a ajuda dos pais para pagar o curso.

Para esta persona, você pode destinar um conteúdo diferente do usual (que foca em blogs ou artigos no LinkedIn):

  • Pense em formatos e uma linguagem mais descontraída de Social Posts informativos para o Facebook (vale complementar com um link de blogpost — porém, lembrando que o core do conteúdo está no Social Post).
  • Ou ainda apostar em vídeos para o Youtube.

Além disso, é possível que a IE tenha duas personas. Uma exemplificada acima, mas também outra, conhecida como “tomadora de decisão”.

# Persona 2

Marcela; 42 anos; advogada; é mãe de Cris, de 14 anos, e Iago, 16 anos, estudantes do ensino médio; é dedicada e trabalha bastante, sócia em uma firma de advocacia; no momento, busca cursos de iniciação profissional para a filha e sabe que ela se dá bem com artes, desenhos, cores, pensa que o Design é uma boa área para experimentar; utiliza muito o Facebook e o LinkedIn, assim como o e-mail e WhatsApp; gosta de ler e resolve a maioria das dúvidas buscando a resposta no Google; é de classe média alta.

Neste caso, a abordagem muda. Você não estará se comunicando com o cliente em si (os estudantes), mas com o tomador de decisão. Por isso, a linguagem da comunicação e o formato do conteúdo devem condizer com seu perfil.

Para Marcela, você pode apostar no conteúdo escrito:

E então, gostou de aprender sobre o assunto?

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